Ousadia ou irreverência?


Abusando da ideia de “vale qualquer coisa” para se divertir, festas utilizam conceitos para lá de pessoais para imprimir sentido àqueles que não abrem mão de curtir a vida.

Por Bruno Calixto

Entendendo a cultura como elemento de transformação, torna-se importante destacar a irreverência e o riso como base de sonhos, desejos e utopias, e seu valor de luta ideológica e política. Mas nada disto faz sentido se não valer a pena fazer de cada momento da vida uma oportunidade para celebrar a diversão. Anh? A última Semana da Moda de São Paulo, por exemplo, foi pautada pela ousadia e irreverência. Depois de a socialite americana Paris Hilton ter brilhado na passarela, a modelo Malana apareceu com os seios pintados. E teve muito mais, que nem cabe citar aqui. No entanto, isso só comprova que o irreverente pode estar em qualquer lugar, a qualquer hora. Basta se entregar. Afinal, a ordem da vez é se jogar na pista, seja ela de qual formato for. Pensando nisso, esta edição da “Privilège Mag” revira o baú da irreverência para destacar algumas das festas mais ousadas – e outras nem tanto – que rolam por aí. Escolha a sua e entre de corpo e alma.

Porca e Parafuso
Uma das festas que rolaram muito nos anos 80. Na entrada, cada menina recebe uma porca, dessas que se encontra em qualquer ferragem, e os meninos ganham um parafuso que, ao encaixar numa porca, tem direito a um beijo da respectiva garota. E tem mais: quem comprovar que o encaixe é perfeito pode ganhar uma garrafa de champagne. Gostou da brincadeira?

Festa do Sinal
Todos os que entram na festa recebem pulseiras das cores correspondentes ao seu “estado civil” livre = pulseira verde / enrolado(a) = pulseira amarela/ comprometido(a) pulseira vermelha… O que vale é a brincadeira.

Banho de Espuma
Equipamento que produz, rapidamente, grande quantidade de espuma refrescante, neutra e atóxica, incapaz de irritar a pele ou os olhos, permitindo que até as crianças se divirtam. A máquina de espuma refrescante combina perfeitamente com os eventos de verão, podendo ser utilizada em danceterias, na tradicional festa da espuma, aniversários, festas universitárias, bailes de carnaval etc. Já animou a turma do BBB.

Festa do Cabide
Os convidados chegam ao local da festa e recebem um cabide no qual eles pendurarão a roupa que estão usando, e a festa continua com todo mundo pelado ou de roupas íntimas.

Festa do Pijama
Você convida um pequeno grupo de amigas ou amigos para dormir na sua casa. Eles vão vestidos de pijama e vocês passarão a noite toda brincando, dançando, comendo, bebendo etc. Uma boa oportunidade para a brincadeira da verdade ou consequência. Muito divertido.

Festa Gay
Numa festa com tema Gay, os convidados ficam entre os anos 70 e 80 e muita purpurina. Uma mistureba de clássicos como “Macho man” e “It’s raining man”, que animam qualquer balada. Por outro lado, atualmente, conceituadas produções, como a Revolution e a Bitch, no Rio, assim como as itinerantes Gambiarra e Chá da Alice, investem em conceitos que extrapolam os limites da criatividade. Artistas convidados para as pickups, performances para lá de inusitadas e índice quase zero de violência são o mainstream do circuito do entretenimento.

Pool Party
Apesar de espalhadas por todo o país, as pool parties começaram no Rio no início da década de 90. À beira da piscina, DJs nacionais e internacionais agitam o público que, de trajes de banho, se diverte noite adentro.

Bailinho
Uma festa que surgiu para sonorizar os finais de tarde de domingo de um típico verão carioca. A ideia é mesclar ritmos atuais com melodias antigas, mas totalmente inesquecíveis. Frases ficam espalhadas pelo espaço, velas acesas, e o bem-sucedido “Correio do Amor”, responsável pela união de muitos casais. Até o diretor João Falcão, com um curta especial para a festa, baseado em seu projeto “Clandestinos”, aderiu à proposta. Homens e mulheres para lá de sarados aguardam os convidados em trajes para lá de picantes, como aconteceu, recentemente, no Armazém 1 do Pier Mauá, no Rio.

Festas de Ibiza
Sol, praia, gente bonita e (muita) festa. Combinação perfeita que faz de Ibiza a capital mundial da balada e uma das ilhas mais calientes do planeta. Vale lembrar que a programação da ilha começa sempre depois da meia-noite e se estende até o final da tarde. Altamente recomendada, a Space é o “day club” mais concorrido de Ibiza. Já a festa mais conhecida é a We Love Sundays, que acontece todos os domingos, a partir das 8h. São 22 horas de música eletrônica em um revezamento de DJs. Hoje, o forte são as baladas hip-hop, funk e jazz, além da tradicional festa Flower Power, em que os playboys de Ibiza se vestem a caráter para dançar hits da época a noite inteira, ao som de bambas das carrapetas, como ninguém menos que Fat Boy Slim e Tim Deluxe. Quem optar por um dia de sossego, a dica é o Café Del Mar, em um clima mais “chill out”, onde você só paga o que consumir e ainda conta com um “visu” de primeira, provando que Ibiza também pode ser lúdica e romântica.

Festas Juninas
Festas dos santos populares são celebrações que acontecem em vários países relacionados à festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como Festa de São João. De origem europeia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã. Por aqui, depois do carnaval, a festa popular mais aguardada é a junina, que anima o mês dedicado aos santos Antônio, João e Pedro, com música, comida e bebidas típicas, além de quadrilha e outras danças. Trajes e comes e bebes são o mote da diversão.

Festa Pichorra
Num certo episódio de “Chaves”, Seu Madruga diz: “sem pichorra não tem festa”. A história desta festa é parecida com o Festival da Boa Vizinhança, que pode servir para qualquer vila em que os moradores organizam a Festa da Amizade e, para isso, produzem pichorras para serem quebradas durante a confraternização. Pichorra nada mais é do que um balão feito de isopor ou papel, onde ficam frutas ou doces que caem no chão assim que ela é quebrada.

Queima de Judas
No fim da quaresma, no Sábado de Aleluia, existe a Festa da Queima do Judas. Ela começa cedo, com a confecção do boneco cheio de palha seca e de bombas, vestido com roupas velhas, chapéu e sapatos. Pela tarde, ele é pendurado em um alto mastro, fazendo lembrar o enforcamento de Judas (o apóstolo que traiu Jesus Cristo e em seguida cometeu o suicídio na forca), para que, à noite, o povo possa “se vingar” de pessoas que a comunidade detesta (políticos corruptos, por exemplo). Prato cheio para muitas gargalhadas, aplausos e muita festa.

Ação de Graças
O costume do Dia de Ação de Graças vem dos Estados Unidos, onde é comemorado na quarta quinta-feira do mês de novembro com mesa farta, regada a batata-doce, purê de batata, milho e torta de abóbora. Coisa de americano. O desfile, que sempre acontece em Nova York, termina com o surgimento do Papai Noel, embora esta seja, talvez, mais importante que o Natal. Numa das primeiras temporadas da série “Friends”, todos tinham planos para o jantar de ação de graças mas que, para variar, acabaram dando errado. Então, após verem a cena de um cara pelado e feio no prédio ao lado, todos ingressam no espírito da comemoração. O discurso final de Chandler foi demais, ressaltando o fato de Joey ter problemas com doenças venéreas. Hilário.

Festas desde a Idade Média
Na Alemanha, as festas populares têm séculos de tradição e suas origens remontam à Idade Média. As Kirmes e feiras anuais, hoje, são celebradas com outros sentidos, mas com o mesmo entusiasmo e popularidade de antigamente. Por aqui, reunir-se ao redor de muita cerveja e chope é o que sobrou desta tradição, e tem nome. A Octoberfest, marcada para o mês de outubro em Blumenau (SC), mais que proporcionar degustações diversificadas, possibilita o encontro do homem com a história.

Carnaval
Na Idade Média, o carnaval – única festa do calendário que não é escrita com inicial em caixa alta – passou a ser chamado de Festa dos Loucos, pois o folião perdia completamente sua identidade cristã e se apegava aos costumes pagãos. Na Festa dos Loucos, tudo passava a ser permitido, todos os constrangimentos sociais e religiosos eram abolidos. Disfarçados com fantasias que preservavam o anonimato, os “cristãos não convertidos” se entregavam a várias licenciosidades, que eram, geralmente, associadas à veneração aos deuses pagãos. Em seu livro “Cultura popular na Idade Média e no Renascimento”, o russo Bakhtin observa que “no carnaval medieval, o mundo parecia ficar de cabeça para baixo”. O sagrado que regulamentava a vida das pessoas era profanado, e as pessoas passavam a ver o mundo numa perspectiva carnavalesca, ou seja, liberada dos medos e das pressões religiosas. Como acontece até hoje em diferentes partes do mundo.

Blocos de carnaval
Por aqui, os blocos de carnaval, até o início do século XX, recebiam vários nomes: ranchos, cordões, grupos, sociedades e, claro, blocos. Mas na década de 1920, intelectuais brasileiros, representando os anseios da elite, resolveram organizar as brincadeiras. O carnaval, então, em especial a folia carioca, passou a ser visto como um “resumo” da diversidade cultural brasileira. Divulgada a lista dos blocos de rua, mesmo ainda sem as datas e roteiros, é hora de pegar os nomes mais curiosos e engraçados e se preparar para cair no trecho. Na Cidade Maravilhosa, onde o carnaval de rua vem retomando seu espaço no reinado de Momo, blocos como Rola Preguiçosa, É Pequeno Mas Vai Crescer e Escorrega na Baba do Quiabo têm alguns dos nomes mais irreverentes.

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Irresistível

Privilège volta com tudo para uma temporada ainda mais irresistível.

“Irresistível” é o novo slogan desenvolvido pelo marketing do grupo para o ano de 2011. Slogan simples, direto e objetivo que traduz em uma única palavra que é impossível resistir ao Privilège, para divulgar as novidades que a casa preparou, exaltar os novos diferenciais, fortalecer os antigos e reacender o sentimento de patriotismo do juiz-forano pela marca. Clique aqui e ouça o spot institucional.

Uma das noites mais disputadas da cidade, a festa de abertura para convidados vai acontecer nesta quinta, 31 de março e, no sábado, 2 de abril, a casa estará aberta ao público, dando início à programação da nova temporada, com novos shows e festas inéditas.

Dentre as novidades, estão a ampliação das áreas de camarotes, assinados pelas marcas Veuve Clicquot e Cîroc

Camarote Ciroc

e o novo bar do pub com layout mais leve, assinado pela Stella Artois, além do Café da Mata remodelado, agora, com a marca Chandon. O ambiente se prepara para receber um público sofisticado com novo cardápio (pizza e sushi), drinks e novos shows. Durante o ano, serão oferecidos

Sala Stella Artois

festivais gastronômicos e pratos especiais.

Para matar a saudade e reviver as tradicionais “Pizzas do Sítio” – que fizeram sucessos durante anos nas reuniões promovidas por Gumercindo e Berenice Machado – Gustavo Navarro, médico e amigo da casa, traz para o cardápio as receitas de pizza com um toque caseiro.

O Privilège traz para a noite de JF, um ambiente diferenciado de drinks e uma nova proposta de coquetelaria, sob o comando do barman Gustavo Stemler, eleito pela Veja Rio e pelo jornal O Globo como a “melhor carta de drinques do Rio de Janeiro”, em 2010, além do primeiro lugar no campeonato Absolut. Falando nisso, em maio, o barmen vai para a Suécia apresentar os drinques com frutas brasileiras e a mixologia molecular, que consiste numa técnica de descontrução de imagem. Por exemplo: ele faz um drinque que aparentemente parece uma tulipa de chopp, mas trata-se de uma mistura com base de maracujá e vodka. A espuma (famoso colarinho) é criada com mojito, hortelã e rum. Essa técnica, começou na culinária espanhola na década de 80, quando gourmets criavam falsam gemas de ovo, caviar, etc. Incrível né?

DJ Jesus Luz apresenta seu som no dia 5 de maio. A festa mais querida do Rio de Janeiro, a M.I.S.S.A. (a sigla quer dizer: Movimentos dos Interessados em Sacudir Sua Alma) que, ano passado levou até Milton Nascimento ao Privilége Búzios, está na grade de programação. Pela primeira vez, no domingo, 17 de abril, o Privilège abre as portas para o show da dupla sertaneja Fabrício e Gabriel, que vem conquistando público em todas as regiões.

Sound system D.A.S. é o novo coração da casa! Todo projeto acústico do Privilège JF está sendo refeito pela equipe técnica responsável pela sonorização de algumas maiores casas do Brasil – Pachá SP, Anzu e Sirena. Uma das melhores marcas de som do mundo, a espanhola D.A.S. , vai trazer ainda mais qualidade de áudio para pista.

Octavio Fagundes e Iuri Girardi celebram a nova temporada e o sucesso do verão no Privilège Búzios, que rendeu ao clube, o primeiro clip oficial da casa. O vídeo pode ser conferido clicando aqui.

Está rolando uma PROMOÇÃO IRRESISTÍVEL no Facebook Oficial Privilège

Seja VIP em todas as noites da Temporada2011 no Privilège JF.
Curta a foto e responda: Por que o Privilège é irresistível pra você?

O autor do comentário + CURTIDO ganha entrada VIP para toda Temporada 2011* + assinatura da Privilège Mag (por 12 meses)
*exceto em noites fechadas ou de venda antecipada
- Promoção válida para o Privilège JF (confira o regulamento)
- O resultado será divulgado no dia 15 de abril de 2011 até às 16h  no Facebook Oficial e aqui no blog

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Bom humor x Humor bom

Nascida no seio do teatro clássico, a arte do humor ganha contornos na medida em que cruza a linha do tempo e aporta, de forma bem peculiar, cada vez mais próxima do nosso dia a dia. Por Bruno Calixto Se a comédia é o uso do humor nas artes cênicas, é certo que a comicidade está ligada ao engano. Desde o seu surgimento na Grécia antiga, através da representação de uma das máscaras do teatro (a outra é a da tragédia), a comédia, segundo Aristóteles, em sua “Arte poética”, trata de homens “inferiores”, pessoas comuns da pólis (cidade). Hoje, porém, a comicidade encontra grande espaço e importância enquanto forma de manifestação crítica em qualquer esfera: política, social ou econômica. Incorporou-se à indústria de massa e é extremamente apreciada por grande parte do público consumidor da indústria do entretenimento.

Em defesa do gênero, o crítico de artes Rubens Ewald Filho aposta no ditado: “Morrer é fácil, difícil é fazer comédia”. De fato, entre os artistas, reconhece-se que para fazer rir é necessário um ritmo (conhecido como “timing”) especial, que não é dominado por todos. Não mesmo. Mas, assim como na relação tempo-espaço, a arte de fazer rir se transformou conforme o meio onde vem sendo produzida. Dos palcos, onde o personagem, enganado, era a materialização do equívoco capaz de fabricar gargalhadas, o humor ganhou muito mais que 15 minutos de fama nas telinhas e telonas, além da rede mundial de computadores, fonte inesgotável da nova geração do humor. Com mais de 24 mil seguidores no Twitter, o personagem Xuxa Monangel é um exemplo disso. Plugado na variedade de conexões geradas a partir das redes sociais, ele acredita que as pessoas querem rir com seu dia a dia fictício e também com as piadas sobre os temas que enchem os noticiários. “A passagem da apresentadora Xuxa Meneghel pelo Twitter foi marcante e rendeu muitos bordões para os internautas, como o famoso ‘é o meu jeitinho’. Com um universo vasto de elementos que envolvem a Xuxa, o personagem Xuxa Monangel (uma junção de Monange e Meneghel) permitiu uma sátira desse estilo ‘caps lock’ de twittar, com piadas que envolvem os comerciais feitos por ela, sua nave, suas músicas etc., sempre mantendo o respeito à imagem da apresentadora”, conta. “Sou uma pessoa comum, que não tem interesse na fama, mas que apenas quer fazer humor.” Até personalidades como Nair Bello, o trapalhão Mussum e Hebe Camargo ganharam seus ‘fakes’ no microblog.

Outros personagens de humor virtuais pipocam pela web, como Katylene (que, inclusive, ganhou espaço diário na MTV) e Hugo Gloss. Esse último, em seu blog, faz questão de anunciar: “Sou um homem-exclamação. Sou autodidata na finesse. O que a vida não me deu, eu comprei”. Reconhecido por seu humor ácido, o publicitário Pablo Peixoto sugere um significado para tal adjetivo: “Uma crítica debochada, rápida e que vai direto ao ponto. Bem mineira.” Responsável pelo blog perolaparaporcos.com, ele é autor do recém-lançado “Calaboca Galvão”, livro que reúne 233 pérolas verbais do locutor global durante a transmissão do mundial 2010. Sem temer o ridículo, Peixoto ri de si mesmo. “É um método para viver em paz”, define.

O que eles têm em comum? A maioria quer colar no passo a passo dos (quase) populares. “Alguns artistas me seguem. E não acho que seja uma autodefesa, porque o fato de um famoso seguir alguém talvez não seja suficiente para inibir um comentário ou piada que pode ser considerado desagradável. Acredito que eles seguem por gostar das piadas, do ‘jeitinho’ mesmo. Muitos são do mundo do Twitter, outros são da TV, como a empresária Cristiana Arcangeli, o fake da socialite Narcisa Tamborindeguy e o estilista André Lima”, comenta Xuxa Monangel que, por ainda se esconder atrás do anonimato, mantém sua popularidade – e seu profile – em alta. Monangel revela ainda que, mesmo com acesso móvel à web sendo muito útil para atualizar constantemente seu Twitter, conta com a ajuda de um amigo na manutenção do perfil que, de acordo com o próprio, dispensa “piadas ácidas e picantes”.

Xuxa em "Pedro, me dá meu chip"“Ahan Cláudia, senta lá!”. O bordão, disparado pela Rainha dos Baixinhos na década de 80, ganhou o apreço do país graças à sua divulgação no YouTube, ferramenta que também contribui para a disseminação do riso. Recentemente, Xuxa voltou a ser o alvo no site, com o vídeo “Pedro me dá meu chip”, postado pelo ator José Del Duca.

“Trata-se de um show realizado em Viña Del Mar, no Chile. Fiz uma montagem com o vídeo original, em que uma mulher está louca atrás de um tal de Pedro”, detalha o ator, que, sem pestanejar, postou outro sucesso de público no site. Atingindo a marca de quase um milhão de acessos, “Pobreza pega (eu sou rica)” reúne várias vilãs das novelas brasileiras com a máxima (“Eu sou rica”) proferida pela personagem Norma de Carolina Ferr

José Del Duca

az em “Beleza pura” e música do DJ Rafael Lelis. O vídeo caiu no bom gosto até da exigente colunista de TV do jornal “O Globo”, Patrícia Kogut e da atriz Carolina Dieckmann, que comentou o post no Twitter.

Mas bom mesmo é ver (e rever) outra apresentadora com a cara grande na telinha. Em “Queria ir à Xuxa, mas não deu”, Angélica entrevista um garoto que solta, na lata, sua intenção de estar num outro programa. Mal sabia ele da rivalidade que pairava no ar. Diretor do tumblr “Porra Mauricio!”, que venceu o prêmio Youpix, Pablo Peixoto se destacou na época da Copa 2010, ao produzir e postar no YouTube a quadrilogia “Dunga em um dia de fúria”, indicada para o Video Music Brasil da MTV. Nele, o autor destila sua criatividade ao produzir uma obra em que o ex-técnico da Seleção, além de xingar jornalistas, parte para um “barraco” com os clientes de uma lanchonete. Após ficar um tempo sem atualizações, a lista mais irreverente, bizarra, nojenta e esquisita da internet está de volta. Confira os dez vídeos mais engraçados – proibidos para menores de 18 anos -, escalados pelo “Lista10.org”.

1º – “Já viu o Superman transando?”

2º – “Máquina de refrigerante só faltou depositar a moeda”

3º – “Casal alpinista fazendo sexo nas cordas”

4º – “Sexo na hora do expediente”

5º – “Aula de tae kwon do nua”

6º – “Nem no Kama Sutra tem essa posição”

7º – “Comercial da bala mentos para maiores de idade”

8º – “Gameshow diferente”

9º – “Mulher brincando com sua Barbie”

10º – “Genitália gigante”

Vale tudo (?) para fazer rir

Da ingênua, porém sagaz, “Escolinha do Professor Raimundo” a stand-up comedy de hoje, a comédia passou pelo crivo do improviso. Na TV, vários programas como o “Quinta Categoria” e o “É Tudo Improviso” ganharam destaque mantendo o formato do ‘faz-me rir’ ao vivo. “Às vezes beirando o escracho, o humor ampliou ainda mais seu público, tornando a vida cada vez mais o alvo do deboche. Voltando ao berço da comédia que é a Grécia, a importância do riso era a possibilidade democrática de sátira a todo tipo de ideia inicialmente política.

Assim como hoje, em seu surgimento, ninguém estava a salvo de ser alvejado pelas críticas da comédia: governantes, nobres e nem ao menos os Deuses, como pode ser comprovado no texto “As rãs”, de Aristófanes. Mas nem sempre o “ha-ha-ha” passa em vão pelas lacunas que cortam a sociedade contemporânea. E é exatamente aí que pode rolar uma espécie de censura, o que vai contra todos os argumentos a favor da liberdade de expressão, do riso. Um dos comediantes que lideraram o movimento para derrubar o veto ao humor nas campanhas presidenciais em 2010, Fábio Porchat

Fábio Porchat

, ao contrário do que a maioria pensa, não é a favor da esculhambação. “Esse é o tipo de humor que impera na comédia atual no Brasil, mas tem uma nova geração surgindo justamente para ir contra esse monopólio do escracho”, informa. Há quatro anos, Porchat integra o elenco – quase 100% carioca – do espetáculo “Comédia em pé”, que esteve em Juiz de Fora recentemente. Receptivo a performances de nomes de peso da comédia atual, o grupo, completo por Cláudio Torres Gonzaga, Paulo Carvalho, Léo Lins, Fernando Caruso e Murilo Couto (ex-”Malhação”), já dividiu o palco com ninguém menos que Chico Anysio, Chico Caruso, a dupla Marcius Melhem e Leandro Hassum (“Nós na fita”), Heloísa Perrissé, Bruno Mazzeo, Bruno Motta, Dani Calabresa e Marcelo Adnet. Ator e diretor de teatro, diversas vezes premiado, Cláudio Torres Gonzaga atua como redator da TV Globo, canal em que escreveu para os programas “Escolinha do Professor Raimundo”, “Brava gente” e “Sai de baixo”. Atualmente corresponsável pelo texto de “A grande família”, dirigiu a peça “Enfim nós”, escrita em parceria com Bruno Mazzeo. Na contramão do vale qualquer coisa no mercado on-line, o veterano humorista vai além do www.com “Não usamos nenhuma piada que lemos ou recebemos pela internet. Podemos fazer piadas da relação das pessoas com a rede ou com algumas notícias que apuramos na web”, reforça. Por outro lado, os twitteiros do riso usam e abusam da interatividade para dar margem à alegria. “Muitos seguidores respondem às piadas e acabam ajudando a complementá-las, isso é bem legal”, endossa Xuxa Monangel, atento ao politicamente correto que cerca o universo do humor. “Não vale tudo pelo humor, e não me considero humorista, mas boas piadas todos nós podemos fazer, profissionalmente ou não, basta ter senso de humor. Prefiro as piadas politicamente corretas, porque tudo que se twitta tem repercussão, que pode, aliás, não ser boa o bastante.”

Raios-X Xuxa Monangel

Persona: Tchutchucão

Ídolo: Pelé

Folow: @XuxaMonangel

Cagou geral: Botinha branca de paquita

Cai bem: Ir para o trabalho de nave

Sinceridade: Sasha, Debby e Bruna Marquezine

O cúmulo: Gente que copia piada no Twitter sem dar os devidos créditos

Sempre: Monange

Nem pensar: Hidratante de outra marca

Quem sabe um dia: Tang em vez de Frisco

Mandou mal: Os cinco patinhos terem ido passear sozinhos além das montanhas. Vixe!

No divã

É difícil analisar, cientificamente, o que faz uma pessoa rir, ou o que é engraçado ou não. Mas uma característica reconhecida da comédia é que ela é uma diversão intensamente pessoal. Para rir, como sugerem críticos de arte, é necessário (re)conhecer (rever, tornar a conhecer) o fato como parte de um valor humano a tal ponto que ele deixa de ser mitológico, ameaçador e passa a ser banal, corriqueiro. Na obra “Uma história cultural do humor”, os autores Jan Bremmer e Herman Roodenburg descortinam sobre a relação da condição humana e a praxe do riso. “Uma olhada mais de perto em piadas e em fenômenos cômicos mostra que a natureza do humor muda de um período para outro, e que essas mudanças podem nos fornecer importantes ‘insights’ sobre o desenvolvimento cultural e social do passado”, defendem Cynthia Azevedo e Paulo Soares, tradutores da pesquisa de Bremmer e Roodenburg. Desde a comédia na Grécia e em Roma às pinturas cômicas durante da época de ouro alemã, passando pelos trotes da Itália renascentista, o riso sempre esteve no divã da sala cuja reflexão antropológica estuda o humor como chave para a compreensão de culturas, religiões, grupos sociais e profissionais, além de colocá-lo no centro da história cultural e social, jogando um pouco de luz sobre a vida e as maneiras através dos séculos. A irreverência, escaldada com muitas doses de espontaneidade, no entanto, toma seu lugar de destaque frente a segmentos como literatura (textos de Ariano Suassuna), moda (o novo que vira velho – humor sarcástico – e paletós com gravatas borboletas e calças fluidas, como num desfile do SPFW Outono Inverno 2011) e a agenda de eventos, como a polêmica gerada na última edição do Globo de Ouro, envolvendo o humorista Ricky Gervais que, mesmo “chutando o pau da barraca” ao destilar seu tom ácido sobre Hollywood, está escalado para apresentar a premiação em 2012. Por aqui, a televisão também dá sua contribuição à arte do riso.Superando todos os recordes das listas interativas anteriores, a escolha dos dez melhores programas de humor do Brasil registrou a marca de mais de 77 mil votos no portal “lista10.org. O “CQC”, da Bandeirantes, lidera o ranking, seguido por “Pânico na TV” (Rede TV), “Os normais” (TV Globo), “Sai de baixo” (TV Globo), “Hermes e Renato” (MTV), “Os trapalhões” (TV Globo), “15 minutos” (MTV), “A grande família” (TV Globo), “É tudo improviso” (Bandeirantes) e “Escolinha do Professor Raimundo” (TV Globo).

Toma lá dá cá Com Pablo Peixoto

Pablo Peixoto

Entre o erro, o ingênuo e a ambiguidade escrachada, o humor se reinventou. O que mais mudou na arte de provocar o riso em sua opinião?

Pablo Peixoto - O Brasil tem essa tradição do humor de bordão, que vem do teatro de revista e do rádio e acabou migrando para a televisão. Com a chegada do novo século, a internet banda larga entrou na jogada, muito influenciada pelo humor globalizado que chegava sem escalas aos nossos computadores. Principalmente americano, onde o stand-up é forte. Isso mudou um pouco as coisas, o que acabou finalmente influenciando a linha dos programas de TV que se “Youtubaram”, por assim dizer. Mas não podemos nos enganar, a tradição do humor de bordão, de tipos cômicos, não morreu e ainda tem muita força. Antigamente, o produtor ia à feira de TV em Las Vegas, por exemplo, e voltava cheio de “ideias geniais”. Hoje, não consegue mais fazer isso, porque essa ideia genial está disponível no YouTube ao mesmo tempo que na feira.

- Pelo conteúdo do seu livro e do seu blog, você se considera humorista?

- Não me considero humorista, apesar de gostar e fazer humor. Prefiro me colocar sempre como um contador de histórias. Tenho essa coisa crítica, sarcástica, esse jeito de ver o mundo apontando sempre o ridículo de certas ideias e comportamentos, o que se reflete no meu jeito de contar histórias. Muita gente vem me chamando de humorista, mas não me sinto 100% confortável, não é algo que eu colocaria numa ficha “Profissão: humorista”. Humorista é o Chico Anysio, quem sou eu…

- A internet tomou o espaço que a TV e o cinema, por exemplo, tinham em relação à comédia?

- Não, mas deu oportunidade inédita para que novos talentos pudessem se expressar, principalmente fora das capitais e fora dos famosos círculos de influência, um eufemismo para a panelinha que definia quem podia ou não podia aparecer. Quanta gente deve ter morrido de desgosto com um projeto em baixo do braço, que nunca conseguiu publicar? A internet oferece todas as ferramentas para mostrar seu trabalho, encontrar seu público, se relacionar com ele, criar laços e redes de relacionamento. Isso é admirável, uma mudança brutal para a criação de conteúdo cultural, seja ele humorístico ou não.

Por Bruno Calixto.

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Warm Up

Um universo de novidades à sua disposição nesta “biblioteca” tecnológica e, claro, nas prateleiras mundo afora.
Por Kureb Horta

Grace Bike
Com design ousado e componentes com tecnologia de ponta, a Grace Bike foi desenvolvida na Alemanha e, sem dúvida, é uma das maiores invenções com energia 100% limpa do ano. Pedalando, você carrega a bateria de lítio-ion de 12 células em paralelo, gerando o bastante para rodar o computador de bordo, as luzes noturnas e um pequeno motor, que acaba se tornando um reforço para os momentos de cansaço. Disponível em várias configurações, você pode conferir melhor o design e os detalhes da Grace no site da fabricante alemã:  http://www.grace.de/#/main/product/pro/

Let The Right One In
Se você gosta de filmes de vampiro, não pode deixar de conferir esta adaptação. Baseada no livro do sueco John Ajvide Lindqvist, o filme conta a história de Oskar, um garoto tímido e solitário que se envolve com sua estranha e intrigante vizinha, Elli, uma menina de 12 anos, recém-chegada na cidade. De forma inocente e cativante, o filme aborda a solidão e a paixão, e como esses sentimentos têm influência sobre as nossas escolhas, seja na família ou no nosso dia-a-dia.
O mercado americano percebeu o potencial da história e resolveu convocar Mat Reeves para dirigir uma readaptação, que estreia nos cinemas este mês, com a belíssima Chloe Moretz.
Link para o site do filme original: http://www.lettherightoneinmovie.com
Aqui, o site da adaptação americana: http://www.letmein-movie.com/

Nano Cade

Se você é apaixonado por retrogames, jogos de Atari, Master System e Nintendo, você não pode deixar de conferir o NanoCade. Ele transforma qualquer notebook em um mini gabinete de fliperama, super charmoso e que deixa qualquer mesa mais bonita. Ah, quer dicas para conseguir os jogos? Basta conferir o site EMULABR, no link: http://www.emulabr.com.br/ E bom jogo!

Hercules And Love Affair
Os anos 2000 foram a década das releituras, e chegamos a 2011 com a House Music novamente em alta. Mas nada de hits de Ibiza ou pop chiclete de rádio. A hora agora é de revisitar a Classic House de Chicago, de Frankie Knuckles, e as batidas ácidas de Detroit, passando por Inner City, Adonis, MARRS, Sterling Void, as gravadoras TRAX e Strictly Rhythm e tantos outros nomes que marcaram o fim dos 80s – começo dos 90s. Enquanto no primeiro álbum o Hercules And Love Affair nos fez reaprender e pensar a disco music de outro jeito, neste release o que se passa é uma ode ao gênero que virou sinônimo de pista de dança, em todas as suas variações, e com muita originalidade. Se você gosta de house fino, com um clima retrô, é simplesmente imperdível.
Quer conferir? Basta ir ao SoundCloud da MoshiMoshi, gravadora do grupo:

http://soundcloud.com/moshimoshimusic/sets/hercules-love-affair-blue-songs/

INTERNET MooVee Me
Este é pra quem gosta de cinema! O Moovee é uma rede de discussão e revisão de filmes, muito útil para quem precisa buscar referências e informações sobre determinado filme. Lá, além de reviews interessantes, é possível também se discutir os critérios de avaliação e adicionar a sua própria análise sobre o filme, tudo de maneira simples e objetiva. Se você sempre deixa pra ver os filmes depois do hype, essa é uma ótima escolha!

Marvel

Para os amantes de quadrinhos, sobretudo os da Marvel, vai aqui uma dica: estão circulando na net os trailers de Thor e Capitão América. E os dois parecem ser bem legais. O visual retrô do Capitão América mostra o cuidado da equipe de produção em manter os detalhes e características principais dos quadrinhos. E, como vocês sabem, todos esses filmes entram na cronologia de Homem de Ferro e Hulk, para o lançamento posterior de “Os Vingadores”.

Tablets
Em 2009, você conheceu os netbooks, aqueles laptops de baixo custo com tela de 10 polegadas. Depois veio a invasão dos smartphones no mercado nacional em 2010 e, agora, 2011 promete ser o ano dos Tablets. Com o lançamento do iPad, que aproveitava a estrutura da App Store do iPhone e se tornou líder de vendas, agora é a hora dos dispositivos que usam outros sistemas, como o Android Honeycomb, o WebOs e o WindowsPhone. Com o advento da Internet 3G, associada às redes sociais, estamos prestes a viver uma revolução visual na forma como nos relacionamos e nos informamos. Agenda, contatos, e-mails e notícias em tempo real, além das redes sociais e sua integração com as outras mídias, tornam-se o ponto crucial para todas as fabricantes de equipamentos eletrônicos da nova geração serem bem ou mal sucedidas. E não para por aí. Logo logo vamos ver isso tudo integrado também às nossas TVs, câmeras, e em todos os hotspots da cidade. Portanto, é hora de se atualizar, e fazer a escolha certa na hora de comprar os seus gadgets.

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Espaço Interativo

Se você é da teoria de que “piada ruim é que é piada boa” não pode perder o Dr. Pepper.  Sacadas que beiram o nonsense atualizadas diariamente. http://blog.drpepper.uol.com.br/

Tratando-se de tirinhas uma boa opção de diversão para internautas de todos os estilos é a saga “Passatempo divino”. Com humor refinado e ilustrações para lá de interessantes, o site Um Sábado Qualquer coleciona seguidores. http://www.umsabadoqualquer.com/

No Pinpix é possível fazer vídeos animados com a imagem de conhecidos em contextos super engraçados e o melhor, espalhar pela internet. Nada como constranger as pessoas que a gente mais gosta, não é? http://pinpix.ig.com.br/

Desescute é um website de utilidade pública. Quem nunca ficou com uma música cravada na cabeça o dia todo? A solução é substituir a música chiclete em seu cérebro por outra ainda pior. http://www.desescute.com.br/

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Clipe Verão 2011 | Privilège Búzios

Está no ar o primeiro clip oficial do Privilège.
A captação das imagens usou como cenários a ponte Rio-Niterói, o Privilège Búzios e as paradisíacas praias na península (Geribá, João Fernandes, entre outras).

O clip traduz o mote da campanha 2011: Let’s Party, indo além das imagens noturnas, valorizando as paisagens mais
exuberantes do balneário, num clima de ‘day party’.
Juliana Oliveira (Brasil) e Neringa Vezyte (Lituânia) são as duas gatas descoladas e protagonistas desse novo projeto.
Clique aqui e assista ao vídeo no Privilège TV
Let’sParty | O vídeo faz parte da estratégia do marketing do Privilège que é gerar cada vez mais conteúdos exclusivos para web.

FICHA TÉCNICA

Supervisão geral: Iuri Girardi e Octavio Fagundes
Imagens: Marquinhos Languarje
Edição: Léo Teixeira
Direção: Léo Teixeira
Direção Artística: Rodrigo Pires
Assistente de arte: Rafael Ignacchiti
Gerente Comercial: Breno Taveira
Coordenação Performance: Amanda Chang
Performance: Amanda Chang, Juliana Oliveira, Jéssica Nahr, Neringa Vezyte, Monica, Dandara Gaiano, Jeniffer, Rodrigo Coe
Vinheta: Eve D’Paula
Trilha sonora: Beachball (Whelan & Di Scala Remix) – Nalin & Kane
Produção: Jonatas Carminate
Making of: Wanderson Monteiro
Patrocínios: J&B, Ciroc e Chandon
Apoio: Union e Citroen
Realização: Privilège
Agradecimentos: Rigy, Applen e Martina

Confira fotos dos bastidores:

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20 coisas

20 coisas
Tem gente que acorda com “uma vontade danada de mandar flores ao delegado”*.  Outros, já levantam com “a avó atrás do toco”**.  Nada de bipolaridade. Queremos saber não só o que deixa nossos entrevistados de bom humor, mas também, o que é capaz de tirar qualquer um do sério.

Nalaya

Bom Humor: A galera pré-disposta a desfrutar da noite, assim fica mais fácil de trabalhar. Como as noites do Privilège Búzios.
Mau humor: Quando tem que trabalhar, mas estou de mau-humor. Você quer dar 100% do seu trabalho, mas está com 50% de mau-humor e não consegue dar mais de si.

Jean Claude Ades
Bom Humor: Meus bons amigos, minha família e comida.
Mau humor: Um warm-up mal feito, falta de pontualidade e falta de gentileza.

Fábio Fonseca
Bom Humor: Encontrar diversos amigos de círculos de convívios diferentes e promover interação entre eles. Assim me sinto em casa, como na ultima festa de 2010, no Privilège JF.
Mau humor: Na balada, quando chegam pra falar de algum assunto desagradável, que corta a onda de animação. Um amigo fez isso uma vez, e respondi: “Não quero falar sobre isso agora”. Ele não gostou (risos).

Neringa Vezyte
Bom Humor: Felicidade para mim é um sentimento geral. Eu sinto quando faço algo de novo, eu me derreto com novas pessoas, novas aventuras.
Mau Humor: O que me deixa com raiva? O mau-tempo

Daniel Dalcin
Bom humor: Encontrar pessoas que sabem se tratar por igual.
Mau humor: Pessoas que não são cordiais.

Thiago Martins
Bom Humor: Estar com amigos e família é sempre bom
Mau humor: A falta de educação em geral e esperar.

Wash
Bom humor: Quando a galera corresponde ao meu trabalho e entra em sintonia com o nosso 9som, em especial quando toca aquela música que todo mundo adora e começa a cantar junto. O bom humor é geral!
Mau humor: Não lembro de ter ficado mal humorado em alguma noite, porque já saio de casa com uma energia legal pra fazer um som.

Geórgia Medina
Bom Humor: Dia ensolarado, música e pessoas educadas.
Mau humor: Falta de educação, de solidariedade e impaciência.

Marcelo Menezes
Bom Humor: Música alta, festa, praia, viagem e, principalmente, boas companhias, amigos que sabem fazer de qualquer hora uma boa diversão!
Mau Humor: Odeio quando me fazem  perguntas sobre coisas que não gostaria de responder, mas o que me deixa de muito mau-humor é ter que ficar esperando  algo ou alguém. A ansiedade faz parte do meu dia-a-dia.

Luen
Bom Humor: Fazer um bom show
Mau humor: Acordar cedo

Victor Oliveira
Bom Humor: Poder acordar a hora que quiser
Mau humor: Se esforçar para algo que no final não deu certo

Kim Menini
Bom Humor: Poder acordar mais tarde definitivamente me deixa muito bem humorado, principalmente aos domingos.
Mau humor: Mas, isso muda em dois segundos quando a obra do vizinho está atrasada e ele decide martelar tudo às 7h da manhã. Nem tendo sono de pedra!

Ebtissam Kalil
Bom Humor: Dançar no Privilège com um bom som
Mau humor: Aquele cara bêbado pendurado e descarregando em você a noite inteira.

Hanif  Chehade

Bom Humor: Sair com bons amigos, beber um bom drink e ouvir um bom som
Mau humor: Sapato alto machucando

Julie Bias

Bom Humor: Estar no Privilège
Mau humor: Briga

Matheus Viana
Bom Humor: Praia
Mau humor: Não tenho nunca


Daniela Coutinho
Bom Humor: Quando estou amando porque tudo é lindo, tudo fica azul.
Mau humor: Quando estou de TPM

Lucas Viana
Bom-Humor: Viajar
Mau-humor: Ressaca

Bárbara Baez
Bom Humor: Sair para curtir com amigos
Mau humor: Falta de educação e falta de caráter

Rachel Fernandez
Bom Humor: Ter os amigos por perto
Mau humor: Gente mal educada

TWITTER
Alessandro Debortoli @bbbalepiau bom humor o sorriso do meu filho e mau humor derrota do botafogo.
Paula Miranda @paula00miranda mau-humor: ficar com sono, bom-humor: ouvir boa música
FACEBOOK

Mari Freitas Fico de mal-humor se no carna não dou uma passadinha na privi bz!!! rs

Juan Salomao Uma boa noitada na privilege me deixa de bom humor. Ter que ir trabalhar virado me deixa num Mau humor louco!

Mary Hellen Caldeira O que me deixa de bom-humor é uma caixa de bombom na TPM. O que me deixa de mal-humor é a TPM!

Mary Hellen Caldeira Me deixa de bom humor passar o ano novo namorando e o carnaval solteira…me deixa de mal humor passar o ano novo solteira e o carnaval namorando…by Renatinha Barbosa

Ludimila Cardoso O que me deixa de bom humor é trabalhar e curtir todas as noites na priv; mas meu mau humor vem quando eu fico algum tempo sem a melhor noite de jf ou BúziosSS (delícia) – mas ficar sem priv é impossível .

*Trecho da música “Telegrama” do Zeca Baleiro que expressa bom humor
** Expressão popular que significa mau humor.

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Temporada 2011: Jesus Luz no Privilège JF

Ele foi um dos DJs mais requisitados no último verão europeu. Jesus Luz já estreou na música eletrônica na festa de Marc Jacobs, em Nova York e, em seguida, se apresentou para a grife Dolce & Gabanna, em Milão. Sua estreia no Brasil foi marcada por um público de 75 mil pessoas no Ceará Music e, atualmente, Jesus faz sucesso pelas pistas por onde passa, divulgando o seu cd “From Light”.  E para apresentar seus sets, – recheados de house – chega com tudo na temporada 2011 do Privilège JF, mostrando o seu talento como DJ e produtor musical. Irresistível!

QUI05 MAI no @Privilege JF

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Privilège People

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Mary Olivetti no Privilège Búzios

Batizada por ninguém menos que Tim Maia, a filha de um dos principais produtores musicais dos anos 70 e 80, Lincoln Olivetti, ganha luz própria e se destaca na cena eletrônica nacional. Mary Olivetti ocupou o 5º lugar entre as female-DJs da revista eletrônica ElectroMag (BRA), diz estar na fase mais madura de seus quase oito anos de carreira e mostra à que veio quando toma o comando dos decks. Sorte nossa! Com sua técnica precisa e um carisma notável, Mary Olivetti surpreende a todos por onde passa. Apontada pela imprensa como a mais expressiva DJ de sua cidade, já é habituê das concorridas cabines do mundo e residente do Privilege Brasil. Já dividiu palco com ícones da cena eletrônica mundial, como por exemplo, Steve Angello, Erick Morillo, HedKandi, Funkagenda, Tocadisco, Chris Lake, Roger Sanchez, Oliver Giacomotto, Glenn Morrison, DJ Meme, Gui Boratto, Marky, Renato Cohen e Anderson Noise. Ano passado, foi convidada pelo time de diretores da Rede Globo para tocar no reality de maior audiência da televisão brasileria, o Big Brother Brasil 10. Sua apresentação foi um sucesso entre os “brothers” e deu o que falar dentro e fora da casa.

Espere ouvir: Mary traz com bom gosto único o que há de melhor na House Music, fazendo centenas de pessoas dançarem com seu set.

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